quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Culminância do conteúdo eletrodinâmica nas turmas dos Terceiros da Manhã na Escola Flávio Rodrigues, Croatá

Iraneide, Daniel, Lucas, Lourdes, Chaves e Pinheiro

Nestes trabalhos, os alunos devem construir um circuito elétrico contendo resistores em série e paralelo. Depois, devem resolver questões no quadro calculando Tensão, corrente, resistência equivalente e potência. É uma forma que este professor encontrou, para que eles possam fixar este conteúdo. E os alunos gostam muito de ir apresentar na frente, até porque, é muito boa a disciplina de Física. 

O professor Bebel também faz perguntas a cada aluno sobre o conteúdo, sendo que a nota é proporcional ao que os mesmos demonstram saber. Eles acham muito bom isso.
Beatriz, Ana Karla e Igor Campos

Campos 



Ana Karla

Vítor, mostrando seu circuito com bateria e foquites


Beatriz

Não pontuou!


Bom dia

Gentileza gera gentileza. O oposto gera o oposto.

Mais uma que não sabia de nada: Marina jura que não sabia de contrato irregular de jatinho de Eduardo

Duas semanas depois da tragédia que produziu uma reviravolta na corrida presidencial, o jato Cessna que transportava Eduardo Campos e mais seis pessoas caiu uma segunda vez. Despencou sobre a pose de Marina Silva no instante em que ela concedia entrevista ao Jornal Nacional, na noite passada. Abriu-se uma fenda no discurso da candidata. Por um instante, a pregação da nova política, tema compulsivo de Marina, tornou-se vulneravelmente opaca.
O jato foi objeto de uma transação milionária feita por meio de laranjas, disse William Bonner. O negócio não foi informado na primeira parcial da prestação de contas à Justiça Eleitoral, prosseguiu. A senhora, que fala em inaugurar uma nova forma de fazer política, usou o avião como teria feito qualquer representante velha política. Procurou saber quem tinha pago por aquele avião ou confiou cegamente nos seus aliados?
Numa ponta, empresários generosos prestando favores a um político. Em vez de pensão, um avião. Noutro extremo, um laranjal. No miolo da encrenca, muita desconversa e explicações desconexas. Em que esse seu comportamento difere do comportamento que a senhora combate tanto da tal velha política?, indagou Bonner. E Marina: Difere no sentido de que esse é o discurso que eu tenho utilizado, William, para todas as situações. Inclusive quando envolve os meus adversários.
O cotidiano de um político é uma sucessão de poses. O político faz pose ao acordar, ao escovar os dentes, ao fazer as refeições. No geral, é difícil saber se o altruísmo do político é ou não representado. Em junho de 2013, o asfalto empurrou para dentro do processo sucessório o desejo de mudança. Marina converteu-se na personificação desse desejo porque as ruas enxergaram sinceridade nas suas poses. Recusando-se a enxergar o problema do jato, Marina arrisca-se a virar uma espécie de sub-Marina.

Banho de água fria

Nos que esperavam a emancipação de distritos. Já disse uma vez: com esta história de arrocho fiscal, déficit público, jamais o governo vai viabilizar a criação de novos municípios. É melhor esquecer isso de uma vez e pronto.

Adeus emancipação de Matriz, de Várzea...


Sem saída

Caprichos da política: se der Dilma x Marina num 2º turno, e Tasso, que não quer ouvir falar em PT, for o senador, terá que apoiar a socialista. Ela nem é doida para rejeitar...

Eunício diz que é natural que nas próximas pesquisas seu adversário cresça em função da pressão em servidores e prefeitos no Estado

Eunício Oliveira (PMDB), acusou o adversário, Camilo Santana (PT), de, junto com o governo municipal, fazer “pressão” sobre as lideranças políticas e funcionários das máquinas públicas estadual e municipais para votarem nos candidatos da base governista. O peemedebista afirmou que, sendo assim, “é natural” que, nas próximas pesquisas, Camilo Santana consiga resultados mais positivos.

“É natural que haja crescimento, até pelas pressões que estão fazendo com os prefeitos, comissionados e funcionários públicos. A pressão que o governo está fazendo tanto estadual como da Capital, pressionando pessoas e coagindo para votar no candidato deles”, denunciou.  Ao lado do seu vice, Roberto Pessoa (PR), Eunício Oliveira afirmou também ser “natural” que seus opositores “cresçam”, em virtude do programa eleitoral no rádio e na TV. (Jornal o Estado)




'Teve pum. Mas foi silencioso e sem cheiro'', diz pastor Everaldo



Uma montagem feita por internautas mostra o candidato a presidente da República pelo PSC, pastor Everaldo soltando um pum durante a entrevista aos jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta, no Jornal Nacional, da Rede Globo, no último dia 19 de agosto.

Em entrevista ao portal Terra Magazine, o candidato mostrou bom humor ao comentar o assunto. Afirmando não ter se incomodado com a montagem, ele garantiu que já esperava por essas brincadeiras, pois elas fazem parte do jogo político. Everaldo ainda fez uma confissão.

“Claro que não. A gente entra na campanha e acaba virando alvo das brincadeiras mesmo. Faz parte do jogo. Mas vou te confessar um segredo: teve pum. Mas foi silencioso e sem cheiro”, brincou o pastor Everaldo.


Blog responde consulta sobre atividades extra-classe do professor previstas na lei 11.738


Um dos 22 leitores do blog pergunta a este Pedagogo, qual a opinião do mesmo sobre a questão do planejamento do professor, nos moldes previstos pela Lei do Piso. O citado leitor faz inclusive, menção ao que o Pedagogo entende sobre o Art. 13, Inciso VI da LDB de 96.

Olha leitor, este é um assunto bastante simples de compreender e que por conta de algumas pessoas que trabalham atrás de birôs mas que têm poder, acabam que colocando por terra o objetivo da lei, que é facilitar o trabalho do professor. Tais pessoas insistem em prejudicar, pisar em nós, pobres criaturas que além de ganhar pouco, ainda temos que sofrer tais injustiças.

O Art. 13, Inciso VI da Lei 9.394/96 diz que o professor deve participar integralmente dos períodos reservados a planejamento, avaliação e desenvolvimento profissional. Beleza, nesta mesma Lei, no Art. 67, Inciso V diz que os sistemas deverão promover "V  -  período  reservado  a  estudos,  planejamento  e  avaliação,  incluído  na  carga  de trabalho". Pode-se notar nestes dispositivos, uma certa ambiguidade.

Entretanto, a Lei do piso que é bem mais atual que a LDB (12 anos de diferença) nº 11.738/2008  estipulou que de toda a jornada de trabalho do professor, 2/3 seja de interação com os educandos. E o restante, ou seja, 1/3? 

Para acabar com esta dúvida, o Conselho Nacional de Educação aprovou o Parecer nº 18/2012 que esclarece bem direitinho a questão. "Consagrou-se uma tese jurídica [...] que por força de lei deve prevalecer  o que diz o Art. 67, Inciso V, onde 1/3 da jornada de trabalho "[...] deve ser destinada para estudos, planejamento e avaliação". 

Na página 27 do parecer, os Conselheiros esclareceram o que seriam estudos, planejamento e avaliação:

"Observe-se que o período que deve ser reservado dentro da jornada de trabalho para atividades extraclasses é para: 
Estudo:  investir  na  formação  contínua,  graduação  para  quem  tem  nível  médio,  pós-graduação para quem é graduado, mestrado, doutorado. Sem falar nos cursos de curta duração que permitirão a carreira horizontal. Sem formação contínua o servidor estagnará no tempo quanto  à  qualidade  do  seu  trabalho,  o  que  comprometerá  a  qualidade  da  Educação,  que  é direito social e humano fundamental; 

Planejamentoplanejar as aulas, da melhor forma possível, o que é fundamental para efetividade do ensino; 

Avaliação:  corrigir  provas,  redações  etc.  Não  é  justo  nem  correto  que  o  professor trabalhe  em  casa,  fora  da  jornada  sem  ser  remunerado,  corrigindo  centenas  de  provas, redações e outros trabalhos".

Perceba leitor, que a legislação objetiva que o trabalho extra-classe do professor se materialize da melhor forma possível o que obviamente deveria se concretizar pelo bom senso ou seja, moldado de acordo com a necessidade e demandas do profissional. Além disso, os conselheiros compreendem que atividades como correção de provas e outros não são realizadas na escola, mas em casa ou outro local e que portanto, deve ser levado em conta.

É claro que se eu tenho uma ou duas aulas vagas, porque não computá-las como planejamento na instituição, se posso perfeitamente usar este espaço para corrigir trabalhos, provas, criar provas, fazer slides e outros? Isso depende obviamente, do bom senso do administrador neste aspecto e haveria bem mais rendimento, construindo uma harmonia com o docente neste sentido. O diabo é que os que não dão aula, na maioria das vezes são os que mais criam estratégias para dar mais trabalho ao professor, dificultando sua vida. 

Olhe leitor, o parecer do Conselho é tão claro, que na pag. 28 fala ainda sobre as atividades que o professor desenvolve fora da escola: "[...] estes  momentos  incluem  o  trabalho  que  o professor realiza fora da escola, normalmente em sua própria residência, incluindo leituras e atualização;  pesquisas  sobre  temas  de  sua  disciplina  e  temas  transversais;  elaboração  e correção de provas e trabalhos e outras tarefas pedagógicas". 

Observe que os conselheiros incluíram também o trabalho que o professor realiza em casa, pois qualquer um que é professor no dia-a-dia sabe que para estudar um conteúdo, realiza-se melhor em sua casa, na tranquilidade e aonde o mesmo tem mais fontes. E sobre este tempo em casa, o parecer nº 18/2012 do CNE também previu seu cômputo na jornada de trabalho:

"O professor sempre trabalhou, e muito, em sua própria residência. A composição da jornada  de  trabalho  que  considera  e  remunera  este  trabalho,  reconhece  um  fato  concreto  e, com a Lei nº 11.738/2008, melhora o tempo e as condições para que este trabalho seja feito. 
Registre-se que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi alterada pela Lei nº 12.551/2011, sancionada em 15 de dezembro de 2011, que equipara o trabalho realizado no local de trabalho e o realizado na residência do trabalhador, desde que comprovável, inclusive por meios eletrônicos. E o trabalho que o professor realiza em sua casa pode ser facilmente comprovado".  

Então pode-se concluir leitor, que talvez ainda consigamos chegar a um nível de compreensão e bom senso em que os administradores percebam que para oportunizar qualidade de ensino, precisam cumprir a legislação no que se refere a valorização do profissional docente, não tornando os processos rígidos e engessados, mas adaptáveis à realidade da escola e dos profissionais. É absurdo e irracional encontrarmos situações em que os administradores não sejam maleáveis e flexíveis quanto ao cumprimento da jornada de trabalho do docente, optando por dificultar o exercício de sua profissão.

Até porque, em muitas realidades, as escolas não oferecem condições para que o tripé planejamento, avaliação e estudo se materialize. Como planejar onde não tem internet e computador a disposição? Como estudar sem um clima de concentração? Com o barulho da escola? São estas mazelas e situações engessadas que desanimam a profissão de professor, onde este as vezes, leva falta por um dia de planejamento que não compareceu à escola, mas que o fez em sua casa e seus superiores não  considerar tal trabalho, como sendo parte integrante de sua jornada de trabalho. 

O que os professores possuem portanto, não é 1/3 de planejamento, mas 1/3 de jornada extra-classe, visto que tal tempo deve ser utilizado, como diz o parecer, para estudos, planejamento e avaliação.

No que se refere ao cumprimento de tais horas,o Parecer cita ainda a quantidade de horas que o professor deve trabalhar, de acordo com a quantidade de minutos estabelecidos nas horas-aulas, na p. 20 do Parecer 18/2012. Por exemplo, para um professor com 20 horas, são 6,66 unidades de acordo com a duração definida pelo sistema, ou seja, 6,66 aulas de 45 ou 50 minutos conforme a rede que o professor pertence. É como o Estado do Ceará faz: 7 horas de atividades extra-classe para quem tem 20 horas semanais, que fica 5 horas-aula de planejamento e duas horas-aula a serem cumpridas nas aulas "vagas".

Referências bibliográficas


Polícia apreende novo tipo de droga em Caucaia

Uma nova droga disponível no mercado ilícito do Ceará foi descoberta pela Polícia Civil e apreendida por agentes da Delegacia de Narcóticos (Denarc). O metilenodioximetanfetamina, ou MDMA, também conhecida como 'cristal', 'Molly' e 'Michael Douglas', estava em poder de um traficante capturado no bairro Tabapuá, em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Essa foi a primeira vez que as Polícias estaduais apreenderam o entorpecente no Ceará.

Foram apreendidos 28 gramas de MDMA, além de 10 quilos de maconha, 34 comprimidos de ecstasy, 1.134 pontos de LSD, R$ 2.700 em espécie e um veículo Corsa Classic. O nome do homem não foi revelado para não atrapalhar as investigações.Aos policiais, o traficante disse que vendia um grama do 'cristal' por R$ 50. Em outros estados do País, conforme a Polícia, um grama da droga varia de R$ 100 a R$ 400.

O MDMA tem o princípio ativo do ecstasy e é consumido diluído em bebidas ou colocado debaixo da língua dos usuários. O efeito da droga no organismo pode durar até 48 horas, provocando alucinações nos usuários. O uso contínuo da droga causa destruição de neurotransmissores. São apresentados ainda quadros esquizofrênicos, síndrome do pânico, depressão, perda da memória e doenças cardiovasculares. (Diário do Nordeste)

Dilma veta de novo projeto sobre criação de municípios

Relator do projeto, o senador Valdir
Raupp disse que Dilma havia se com-
prometido em assinar proposta
A presidente vetou integralmente ontem o projeto de lei que estabelecia regras para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios - o que abriria caminho para que pelo menos 200 novas cidades fossem criadas. O governo havia negociado a elaboração do projeto com o Congresso, uma vez que Dilma já havia vetado versão anterior da proposta.
Segundo o governo, a proposta contraria o interesse público ao representar gastos que colocam em risco o equilíbrio da responsabilidade fiscal. A mensagem de veto e sua justificativa foram publicadas no "Diário Oficial" da União ainda ontem.
Com a decisão de Dilma, congressistas já se articulam para derrubar o primeiro veto de Dilma. Se o veto for derrubado, entra em vigor proposta mais radical que a negociada com o Legislativo, ao contrário do que defendia o Planalto. "Agora, a tendência é que se derrube o primeiro veto. Esse segundo projeto foi feito em acordo com os líderes, faz 19 anos que não se cria um município no país", disse. (Diário do Nordeste)

Procuradoria Regional Eleitoral vai investigar denúncias de compras de voto no Ceará

A Procuradoria Regional Eleitoral no Ceará (PRE/CE) anunciou nesta quarta-feira, 27, a instauração de um procedimento administrativo para apurar a compras de votos nas eleições 2014, que foram relatadas por parlamentares.

Os deputados estaduais Fernando Hugo, Lula Morais e Ely Aguiar e o deputado federal Chico Lopes afirmaram ter conhecimento de candidatos que praticam a compra de votos, mas nenhum deles chegaram a citar qualquer nome.

O procurador regional eleitoral Rômulo Conrado oficiou os deputados, para que eles prestem depoimentos à PRE e auxiliem nas investigações. Agora os quatro parlamentares deverão informar data e horário para prestarem informações à Procuradoria Eleitoral. Redação O POVO Online